Sentir borboletas sempre que a vimos?
Sentir que cada beijo é como o primeiro?
Sentir um ardor no estômago sempre que partimos?
Talvez sim, talvez não,
Podem existir várias interpretações,
Não existe uma só solução,
Cada um sente as suas próprias emoções.
Qual a minha opinião? Podem perguntar.
Mas não terão um resposta,
O que sinto, não irei partilhar,
Nem vale a pena fazer uma proposta.
Este poema é como um inquérito,
Apenas para saber a vossa opinião,
Qualquer resposta terá o seu credito,
Será o que sente cada coração.
Digam bem alto o que é o amor,
Digam à vossa amada o que sentem,
Não tenhas medo de lhes dar o devido valor,
São atitudes como essas que nunca mentem.

Beijinhos e abraços e essas coisas todas.


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